[ INFO ] BANDA A BRONKKA EM PÉ DE GUERRA


Cachê alto, horário nobre e palco teriam deixado Kannário fora do Muquiverão

Depois de anunciar que “A Bronkka” estaria fora do Muquiverão  por conta de exigências da banda, Luciano Paganelli – um dos produtores do evento – botou a boca no trombone e não poupou nem Igor Kannário.

“Existe uma hierarquia de bandas. Primeiro é Harmonia do Samba. Depois, Psirico, Parangolé, Black Style, Saiddy Bamba, e aí vêm as demais. A Bronkka não vai tocar na minha festa por causa dos empresários, que exigiram o melhor horário, cachê fora do mercado e o palco principal. Igor faz de tudo para aparecer”, diz Paganelli.

A declaração do dono do bloco As Muquiranas fez Beto Bonfim, empresário de A Bronkka, perder o resto da paciência que lhe restava. “Não estou entendendo a atitude de Paganelli. Isso foi resolvido há quase dois meses. Agora, perto da festa, ele decide inventar assunto para ganhar mídia às nossas custas. Nós não cobramos cachê anormal. Foi o mesmo valor de qualquer show que fazemos em Salvador. Com relação ao horário, precisávamos tocar cedo porque já tínhamos show agendado. Achei que tinha ficado tudo claro”, afirma Beto.

Não foi a 1ª vez!
O Muquiverão, que está programado para acontecer no dia 9 de dezembro, não é o primeiro evento a excluir a banda liderada por Igor Kannário de sua grade de atrações. Na última edição do Muquifest, realizada em setembro também pela família Paganelli, A Bronkka ficou de fora. De acordo com o produtor Luciano, a primeira decisão teve a intenção de dar um novo visual à festa. “Trouxemos novos artistas. Não foi nada pessoal com A Bronkka. Várias bandas de pagode não participaram dessa edição. E eu não acho que a música de Igor Kannário fale de violência. Ele canta a verdade dele”, afirma.

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